CORPO TORNANDO-SE MÁQUINA DE GUERRA...

Paola Judith Amaris Ruidiaz

Resumo


Esse artigo procura problematizar a Escola concebendo-a como espaço estriado, homogêneo, nesse sentido a olharemos como um espaço de Luta. Entendendo a sala de aula como um espaço marcante e onde se produz diversas subjetivações que atravessam qualquer corpo. Aqui estabeleceremos a potência do corpo atravessado por aquelas linhas que produzem sua potência, sua capacidade e não sua essência. Corpo sem estrato, sem órgãos, corpo de potência, constituindo-o na medida que ele consiga resistir e criar uma desterritorialização do seu próprio espaço. Adentraremos nisso, redesenhando o que se entende por corpo, planteamos dessa maneira, algumas relações: a de movimento, com maior a menos velocidade, a dos afetos, as capturas. Corpo nômade. Assim nossa pergunta vibrátil seria: O que pode um corpo tornando-se uma máquina de guerra? Nada aqui explicará ou analisará nem dará resposta, aqui só se produzirá e adentrará no entre, onde o corpo só problematizará sua própria potência.


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Referências


BARROS, M. Retrato do Artista Quando Coisa. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.

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SPINOZA, B. Ética. Tradução: Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2007.


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Linha Mestra Associação de Leitura do Brasil (ALB)
e-ISSN: 1980-9026
DOI: https://doi.org/10.34112/1980-9026

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