PROGRAMAS PERFORMATIVOS E AGENCIAMENTOS DIDÁTICOS NA INSTITUIÇÃO ESCOLAR OU EMPUNHAR A PROFESSORALIDADE E FAZÊ-LA VIBRAR

Thaise Luciane Nardim

Resumo


Alinhado à noção de Programa Performativo elaborada por Eleonora Fabião a partir da menção à ideia de Programa em Gilles Deleuze, a comunicação propõe um Programa Performático agenciado didaticamente, isto é, um Programa Performativo entendido como didático não apenas lato sensu, por sua natureza de disparador de experiências, mas como possibilidade para elaboração parcialmente estruturada de situações de aprendizagem. Advogando em nome de uma estética da professoralidade, tal como proposta por Marcos Villela Pereira, o texto apresenta o professor(performer), no planejamento e ocorrência do Programa Performático agenciado didaticamente como uma figura estética, responsável por curvar e convergir planos a fim de crivar, no caos, o currículo.


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Referências


CHAGAS, Pedro Dolabela. Arte e política. O quadro normativo e sua reversão. Revista Kriterion, Belo Horizonte, n. 112, p. 367 a 381, dezembro de 2005.

FABIÃO, Eleonora. “Programa Performativo: o corpo-em-experiência”. Revista Ilinx, LUME – UNICAMP, Campinas, n. 4, dezembro de 2013. Disponível em: . Data do acesso: 08/06/2014.

PEREIRA, Marcos Villela. Estética da professoralidade. Santa Maria: Editora da UFSM, 2013.

SCHÉRER, René. “Aprender com Deleuze”. Revista Educação e Sociedade. Campinas, n. 93, v. 26, setembro a dezembro de 2005. Disponível em: . Data de acesso: 08/06/2015.


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Linha Mestra Associação de Leitura do Brasil (ALB)
e-ISSN: 1980-9026
DOI: https://doi.org/10.34112/1980-9026

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