ANDARILHAGENS E... DOCÊNCIA E... AFETOS E... ESCRITAS E...

Francieli Regina Garlet, Marilda Oliveira de Oliveira

Resumo


Na escrita que aqui exponho, busco apresentar o que tenho pensado como pesquisar andarilho. O pesquisador andarilho é entendido como aquele que anda, que recolhe coisas de suas andanças, que perambula ‘entre’ o que é instituído e que não tem moradia fixa. É pensado também, enquanto alguém que experimenta um espaço liso/nômade que busca vazar um espaço estriado (Deleuze; Guattari, 1997). Apresento também, dois afetos que recolhi de momentos distintos de andarilhagens, os quais dispararam algumas linhas de escrita sobre a docência; um deles capturado em um momento de deslocamento físico (fotografias de paineiras), e o outro de um momento de repouso físico (um ruído de folha seca). Andarilha sigo ainda à espreita de afetos que me permitam arrastar o já dito e o já visto para um espaço liso, onde seja possível produzir outras maneiras de ver e dizer a docência e outras maneiras de estar docente.


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Referências


DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Vol. 5. Tradução Peter Pál Pelbart e Janice Caiafa. São Paulo: Ed. 34, 1997.

DELEUZE, Gilles. Nietzsche e a filosofia. 1. ed. brasileira. Tradução de Ruth Joffily Dias e Edmundo Fernandes Dias. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1976.

______. O Abecedário de Gilles Deleuze. Realização de Pierre-André Boutang, produzido pelas Éditions Montparnasse, Paris. No Brasil, foi divulgado pela TV Escola, Ministério da Educação. Tradução e Legendas: Raccord [com modificações]. A série de entrevistas, feita por Claire Parnet, foi filmada nos anos 1988-1989.


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Linha Mestra Associação de Leitura do Brasil (ALB)
e-ISSN: 1980-9026
DOI: https://doi.org/10.34112/1980-9026

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